segunda-feira, 7 de junho de 2010

Nestlê: Responsabilidade com o meio ambiente

A história da Nestlé começa na Suíça em 1866, quando Henri Nestlé lançou a farinha láctea, um alimento especial para crianças, à base de cereais e leite. A partir dessa iniciativa, ocorrida há mais de 130 anos na cidade de Vevey na Suíça, a Nestlé se tornou uma empresa mundial de alimentos e nutrição. Atua em doze segmentos de mercado: leites, cafés, culinários, achocolatados, cereais, biscoitos, nutrição, chocolates, refrigerados, sorvetes, food services e pet care.

Em 1905, uniu-se à Anglo-Swiss Condensed Milk Co., que desde 1866 era um importante fabricante de leite condensado.

Um dos carros chefe da empreas, o leite condensado, começou a ser produzido no Brasil ao lado da farinha láctea e teve a sua embalagem reduzida. Conhecida como "maquilagem de produto", essa prática corrente do grupo Nestlé, vitimou consumidores do popular leite condensado Moça que, por exemplo, ao ter sua lata redesenhada, viu seu conteúdo reduzir em 10%. Essa prática atingiu, dentre outros, consumidores do leite Molico [1], além das bolachas Bono, Calipso, Negresco[2] e muitas outros.


Voltada essencialmente para a nutrição humana, a Nestlé diversificou suas atividades a partir da década de 1970, passando também a atuar nos segmentos farmacêutico (Alcon), cosmético (a exemplo da L'Oréal) e de alimentos para animais de estimação (Friskies Alpo e Ralston Purina)
Marcas
Kit Kat, uma das marcas de chocolate da Nestlé.Com quase quinhentas fábricas espalhadas nos cinco continentes, presente em mais de 120 países[2], possui um amplo leque de marcas internacionalmente consagradas, entre elas Nescau, Nescafé, Nestea, Maggi, Buitoni e Friskies.

Responsabilidade Social


Em 2005, a Nestlé se associou ao Cempre - Compromisso Empresarial para Reciclagem - e juntos criaram o Projeto Nestlé de Formação de Cooperativas de Reciclagem, que visa criar e apoiar cooperativas de catadores de materiais recicláveis atuantes no Brasil, promovendo sua formação e instrumentalização.

O projeto procura conscientizar a sociedade sobre a importância da redução, reutilização e reciclagem de lixo por meio de publicações, pesquisas técnicas, seminários e bancos de dados, com a meta de desenvolver um sistema de coleta seletiva de materiais recicláveis com inclusão social.

O sucesso dessa iniciativa deve-se principalmente à ação dos catadores que são apoiados pelo programa. Dentre os resultados obtidos, destacam-se: a melhoria progressiva na remuneração desses profissionais (a média nacional atual é de 1,5 salário mínimo/mês); o seu resgate da cidadania/auto-estima; o reconhecimento da atividade por parte da sociedade civil; o desenvolvimento de redes de sustentação da coleta seletiva de materiais recicláveis; a geração de impactos ambientais relevantes e o apoio a políticas públicas de inclusão social.

Educação Ambiental nas Escolas Preocupada em contribuir para a formação de jovens como cidadãos conscientes ambientalmente, a Nestlé tem implementado cursos de educação ambiental em escolas da rede municipal de ensino. Trata-se de uma capacitação de educadores, diretores de escolas e equipes das Secretarias de Educação e do Meio Ambiente para o desenvolvimento de um trabalho de conscientização de crianças e adolescentes sobre a importância da preservação da água para a conservação do meio ambiente. Realizados por uma equipe de consultores externos, esses cursos aproveitam sinergias, com o apoio do Cempre, para a formação de cooperativas de catadores de resíduos sólidos para o fomento da reciclagem, nesses mesmos municípios.

Formação de Consumidores Conscientes para a Sustentabilidade
Foi criada uma campanha de conscientização dos colaboradores internos, com o objetivo de estimular o desenvolvimento de ações que visem à mudança de seus comportamentos de consumo na direção da sustentabilidade. Como por exemplo, melhorando o consumo de água e energia e aumentando a reciclagem.

Nesse sentido, são desenvolvidas na empresa as seguintes ações:

•Estímulo à separação correta do lixo nos andares;
•Projeto Carona;
•Redução na utilização dos copos plásticos;
•Reciclagem das cápsulas de Nespresso;
•Gincana de reciclagem de papel.

Parceria Nestlé e Wal-Mart
Em abril de 2008, a Nestlé e a rede de supermercados Wal-Mart firmaram um projeto de parceria, com o objetivo de educar e conscientizar seus consumidores sobre a importância de contribuir para a sustentabilidade socioambiental.

Nesse projeto, a Nestlé, por meio do Programa Nestlé Faz Bem Cuidar, irá promover a educação ambiental nas escolas públicas situadas no entorno das lojas Wal-Mart. Inicialmente, participam do projeto o Hiper Casa Forte, em Recife, e o Hiper Iguatemi, em Salvador. Nesses locais, que já possuem postos de coletas instalados, serão desenvolvidas ações para estimular a entrega de lixo reciclável por parte do consumidor. Entre elas destacam-se: a troca de embalagens de produtos Nestlé por um livro de receitas do Programa Nestlé Faz Bem Nutrir, que ensina a aproveitar integralmente os alimentos; oficinas de construção de brinquedos a partir de reciclagem, direcionada a crianças; e oficinas do Programa Nutrir de Educação Alimentar para mães e consumidoras em geral.

A expectativa é que, em 2009, o projeto seja ampliado para outras lojas da rede no Brasil todo.

FIEC

A Federação das Indústrias do Estado do Ceará , também conhecida como FIEC, é a principal entidade de representação das indústrias do estado brasileiro do Ceará. Sedia-se na cidade de Fortaleza. A FIEC congrega 38 sindicatos patronais[1]. Atualmente é presidido pelo empresário Roberto Proença de Macêdo, do grupo J Macêdo. A FIEC coordena o sistema SENAI, SESI, IEL.
História
A FIEC surgiu da reunião de cinco sindicatos em 12 de maio de 1950[2]:

Sindicato da Indústria de Fiação e Tecelagem em Geral do Estado do Ceará,
Sindicato da Construção Civil de Fortaleza,
Sindicato da Indústria de Calçados de Fortaleza,
Sindicato da Indústria de Topografia de Fortaleza e
Sindicato de Alfaiataria e Confecção de Roupas para Homens de Fortaleza.
[editar] Presidentes
Waldyr Diogo de Siqueira: 1950 - 1962
Thomás Pompeu de Souza Brasil Netto: 1962 - 1971
José Raimundo Gondim: 1967 - 1970 (interino)
Francisco José Andrade de Silveira: 1971 - 1977
José Flávio Costa Lima: 1977 - 1986
Luiz Esteves Neto 1986: 1992
Fernando Cirino Gurgel: 1992 - 1999
Jorge Parente Frota Júnior: 1999 - 2006 e
Roberto Proença de Macêdo: 2006 - 2010.

AEDI

A ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS DOS DISTRITOS INDUSTRIAIS DO ESTADO DO CEARÁ – AEDI é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, fundada em 04 de setembro de 1979, inicialmente com denominação de Associação das Empresas dos Distritos Industriais de Maracanaú-CE.

Dentre os seus objetivos estatutários destacam-se:

Propugnar pelo desenvolvimento dos Distritos Industriais do Estado do Ceará e das empresas neles implantadas e em implantação e das que integram o quadro de prestadoras de serviços das referidas empresas;

Promover o aperfeiçoamento técnico e científico das associadas, através da facilitação de sua participação em cursos, palestras, conferências jurídicas, debates, congressos, seminários e exposições, articulando-se para melhor êxito desse objetivo, com a Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC e os órgãos do Sistema FIEC;

Articular-se com o Poder Público em âmbito local, estadual e federal, objetivando viabilizar projetos orientados para a melhoria da infra-estrutura dos Distritos Industriais, além de outras iniciativas de interesses do empresariado dos Distritos;

Promover a geração de trabalho e renda comunitário, através do ensino de práticas produtivas cooperativistas e associativistas de valor cultural e/ou econômico.

Fomentar ações que contribuam para manter viva a memória cultural popular relacionada com os usos, costumes e tradições da diversidade cultural brasileira, promoção da arte e cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico das localidades que sediem Distritos Industriais.

Desenvolver intercâmbio com entidades científicas, de ensino e de desenvolvimento social, nacionais e internacionais, bem como o desenvolvimento de estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos, especialmente aqueles destinados ao incentivo à inovação.

Nossa Missão
Representar, defender, promover e apoiar as empresas associadas, de forma independente, pautando-se pelos princípios da credibilidade, isenção e transparência, contribuindo para o aprimoramento associativo do tecido empresarial, funcionando como uma plataforma de intervenção dos interesses econômico, ecológicos e sociais dos Distritos Industriais do Ceará.

Nossos Valores
■Confiança
■Participação
■Sinergia
■Aprendizagem coletiva
■Reconhecimento de lideranças
■Multiplicidade
■Visão comum
■Integração
■Transparência

Conheça a CNI

Vinte e sete federações de indústrias, nos estados e no Distrito Federal. Mais de mil sindicatos patronais associados e 196 mil estabelecimentos industriais. A CNI é a voz da indústria brasileira. A entidade atua ativamente na defesa dos interesses do setor produtivo e tem como missão defender e representar a indústria.

Isto porque, por mais profissional que seja a administração de uma empresa, ela está sujeita a influências externas – como barreiras de acesso ao mercado internacional, mudanças tributárias, questões trabalhistas e exigências ambientais.

Para assegurar um ambiente propício aos negócios , a CNI garante a participação da comunidade industrial na formulação de políticas públicas. No âmbito do Assuntos Legislativos, a entidade acompanha proposições de interesse do setor industrial que estejam em tramitação no Congresso Nacional.

No Judiciário, a CNI assegura que a Constituição seja respeitada, monitorando continuamente as leis que repercutem diretamente na indústria. As ações da CNI também envolvem o Poder Executivo, com a avaliação permanente das decisões tomadas que impactam diretamente no setor produtivo e com o acompanhamento da conjuntura política e econômica, que pode ser dividido em grandes áreas temáticas. São elas:


• Desburocratização
• Educação
• Economia
• Internacional
• Infra-estrutura
• Meio ambiente
• Microempresa e Empresa de Pequeno Porte
• Trabalho
• Tecnologia e Inovação
• Responsabilidade Social



Com a divulgação regular de pesquisas, estudos e indicadores, a CNI fornece subsídios para a tomada de decisão dos empresários. A entidade também busca, constantemente, firmar parcerias estratégicas, que tenham como objetivo o fortalecimento da indústria e o crescimento sustentado do país.

Fundação Macarthur

A Fundação MacArthur apóia as pessoas criativas e eficazes instituições comprometidas com a construção de uma sociedade mais justa, verdejante e pacífica do mundo. Além de selecionar os bolsistas MacArthur, a Fundação trabalha para defender os direitos humanos , o avanço global de conservação e segurança , fazem das cidades lugares melhores , e entender como a tecnologia está afetando crianças e sociedade .
MacArthur é uma das maiores fundações da nação independente. Através do apoio que presta, a Fundação promove o desenvolvimento do conhecimento, estimula a criatividade individual, fortalece as instituições, ajuda a melhorar as políticas públicas, e fornece informações para o público, principalmente através do apoio aos meios de comunicação de interesse público.
A Fundação faz doações e empréstimos através de quatro programas.
O Programa de Segurança Global e Sustentabilidade se concentra em questões internacionais, incluindo os direitos humanos e justiça internacional, a paz ea segurança, conservação e desenvolvimento sustentável, educação superior, na Nigéria e na Rússia, migração e mobilidade humana, a população ea saúde reprodutiva. bolseiros MacArthur trabalho em cerca de 60 países, a Fundação tem escritórios na Índia, México, Nigéria e Rússia.
O Programa de Direitos Humanos e Desenvolvimento da Comunidade aborda questões nos Estados Unidos, incluindo a comunidade e desenvolvimento econômico, habitação, com foco na preservação da habitação para arrendamento a preços acessíveis, a reforma da justiça juvenil, a educação, com um interesse emergente em mídia digital e aprendizado, e política de investigação e análise.
O Programa Geral suporta mídia de interesse público, incluindo a rádio pública, a programação de documentários e de trabalho para explorar o uso das tecnologias digitais para atingir e envolver o público. concessões são feitas também para instituições artísticas e culturais na área de Chicago e para iniciativas especiais.
O Programa de MacArthur Fellows prêmios de cinco anos, sem restrições bolsas de estudo para pessoas de todas as idades e os campos que mostram excepcional mérito ea promessa de um trabalho criativo continuado. É limitado a E.U. cidadãos e residentes.

O que é a CAPES?

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é uma agência de fomento à pesquisa brasileira que atua na expansão e consolidação da pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) em todos os estados do país.

A característica distintiva, em relação às outras agências federais de fomento, como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), e às estaduais (das quais a principal é a paulista Fapesp), está na Avaliação Trienal que ela efetua de todos os cursos de pós-graduação do País. É a única entidade que tem tradição de determinar o descredenciamento (na prática, o fechamento) dos cursos que apresentam nota baixa ou deficiente.

A avaliação dos cursos de pós-graduação foi introduzida em 1976, pelo então diretor-geral (na época, o cargo máximo da agência, que depois se tornou fundação), o educador Cláudio de Moura Castro. O filósofo Renato Janine Ribeiro foi diretor de avaliação de 2004 até 2008.

Em 2007, uma nova lei atribuiu à Capes também o papel de estimular a formação de professores para o ensino básico, considerado o nível mais deficiente da educação brasileira.

Desde 2000, contribui para o desenvolvimento da pesquisa brasileira por meio do Portal .periodicos. da qual participam gratuitamente as seguintes instituições:

Instituições federais de ensino superior
Instituições de pesquisa com pós-graduação avaliada pela CAPES
Instituições públicas de ensino superior estaduais e municipais com pós-graduação avaliada com nota 4 (quatro) pela CAPES
Instituições privadas de ensino superior com pelo menos um doutorado com avaliação trienal 5 (cinco) ou superior pela CAPES

Estrutura

A estrutura organizacional da CAPES é composta por:[1]

Conselho Técnico-Científico da Educação Superior (CT-ES)
Conselho Técnico-Científico da Educação Básica (CT-EB)
Conselho Supeior
Diretoria Executiva
Presidência: ocupada pelo o bioquimico Jorge Almeida Guimarães desde 2004
Chefia de gabinete
Secretaria executiva de órgãos colegiados
Auditoria interna
Procuradoria federal
Diretoria de Gestão (DGES)
Diretoria de Programas e Bolsas no País (DPB)
Diretoria de Avaliação (DAV)
Diretoria de Relações Internacionais (DRI)
Diretoria de Educação Básica Presencial (DEB)
Diretoria de Educação a Distância (DED)

domingo, 16 de maio de 2010

A VERDADE SOBRE RODEIOS

Atenção! Este vídeo é chocante!
Este vídeo contém cenas forte, desaconselhável a menores de 14 anos.



AS LEIS FEDERAIS A FAVOR DO MEIO AMBIENTE SÃO AS MAIS DURAS, SE FOSSEM "RESPEITADAS".
ATÉ QUANDO A JUSTIÇA BRASILEIRA VAI ASSITIR DE CAMAROTE ESTAS CENAS?

'TORTURA NÃO É CULTURA'










Vídeo cedido pela AILA (Aliança Internacional do Animal)



RODEIOS: O CRIME QUE VIROU ESPORTE

Triste realidade, onde “caubóis” brasileiros, parodiando uma cultura estrangeira, prestam-se a maltratar animais sob o disfarce de entretenimento. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso mudou o status do peão para “atleta”; o Senado aprovou o uso de instrumentos de tortura nos rodeios, alegando que não não causam dor nos animais. Por que será, então, que os animais não corcoveiam quando estão sem o sedém ou quando não levam choques?

• Os animais usados nos rodeios são artistas prisioneiros, a maioria dócil, mas compreensivamente desconfiados dos seres humanos devido ao tratamento áspero que receberam.

• Muitos desses animais não são agressivos por natureza; eles são fisicamente forçados a demonstrar um comportamento selvagem para fazer os caubóis parecerem corajosos.

• Os organizadores de rodeios alegam que o animal trabalha apenas por oito segundos, como se não houvessem centenas de horas de treinos não supervisionados com o mesmo animal.

• Eles contestam também que os animais utilizados são selvagens e que pinoteiam por índole. Caso fosse verdade, o sedém não seria necessário e o animal não pararia de pular após a retirada do mesmo.

AS “ACROBACIAS”

• LAÇADA DE BEZERRO: Animal de apenas 40 dias é perseguido em velocidade pelo cavaleiro, sendo laçado e derrubado ao chão. Ocorre ruptura na medula espinhal, ocasionando morte instantânea. Alguns ficam paralíticos ou sofrem rompimento parcial ou total da traquéia. O resultado de ser atirado violentamente para o chão tem causado a ruptura de diversos órgãos internos levando o animal a uma morte lenta e dolorosa.

• LAÇO EM DUPLA / TEAM ROPING: Dois caubóis saem em disparada, sendo que um deve laçar a cabeça do animal, e o outro as pernas traseiras. Em seguida os peões esticam o boi entre si, resultando em ligamentos e tendões distendidos, além de músculos machucados.

• BULLDOG: Dois cavaleiros, em velocidade, ladeiam o animal que é derrubado por um deles, segurando pelos chifres e torcendo seu pescoço.
O resultado de ser atirado violentamente para o chão tem causado a ruptura de diversos órgãos internos levando o animal a uma morte lenta e dolorosa. Ocorre ruptura na medula espinhal, ocasionando morte instantânea. Alguns ficam paralíticos ou sofrem rompimento parcial ou total da traquéia.
Os cavalos dos rodeios geralmente desenvolvem problemas de coluna devido aos repetidos golpes que sofrem. Devido ao fato de cavalos não ficarem normalmente pulando para cima e para baixo, existe também o risco de lesão das patas quando o tendão se rompe.

FERRAMENTAS DE TORTURA:

• SEDÉM: Espécie de cinta, de crina e pêlo, que se amarra na virilha do animal e que faz com que ele pule. Momentos antes de o brete ser aberto para que o animal entre na arena, o sedém é puxado com força, comprimindo ainda mais a região dos vazios dos animais, provocando muita dor, já que nessa região existem órgãos, como parte dos intestinos, bem como a região do prepúcio, onde se aloja o pênis.

Sedém, como a própria definição denuncia, “É um cilício de sedas ásperas e mortificadoras” (Novo Dicionário da Língua Portuguesa, Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, Rio de Janeiro, Nova Fronteira). E a mesma obra define “cilício” como tortura, martírio, aflição, tormento.

Em laudo pericial expedido pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli da Secretaria de Estado do Rio de Janeiro afirmam os peritos: “O sedém, ao comprimir a região dos vazios do animal, provoca dor, porque nessa região existem órgãos como parte dos intestinos, bem como a região do prepúcio, onde se aloja o pênis do animal”.

De regra, o sedém provoca dor e tormento sem causar, necessariamente, lesões na pele ou esterilidade. Ainda que não fira ou não cause morte do tecido, há dor que advém da violenta compressão.

Fonte: http://www.mp.go.gov.br/portalweb/hp/9/docs/artigo_-_crueis_rodeios_(a_exploracao_economica_da_dor).pdf

• ESPORAS: Às vezes pontiagudos, são aplicados pelo peão tanto na região do baixo-ventre do animal, na cabeça e em seu pescoço, provocando lesões e perfuração do globo ocular.

• TEREBENTINA, PIMENTA E OUTRAS SUBSTÂNCIAS ABRASIVAS: São introduzidas no corpo do animal através do ânus.

• PEITEIRA E SINO: Consiste em outra corda ou faixa de couro amarrada e retesada ao redor do corpo, logo atrás da axila, causando-lhes lesões e muita dor. O sino pendurado na peiteira, constitui-se em mais um fator estressante pelo barulho que produz a medida em que o animal pula.

• GOLPES E MARRETADAS: Na cabeça do animal, seguido de choque elétrico, costumam produzir convulsões no animal e são o método mais usado quando o animal já está velho ou cansado. Esses recursos que fazem o animal saltar descontroladamente, atingindo altura não condizente com sua estrutura, resultam em fratura de perna, pescoço e coluna, distensões, contusões, quedas, etc.


Veja mais informações e conheça a "Campanha Ula! Pelo fim dos rodeios":

http://www.uniaolibertariaanimal.com/rodeio/peticoes.htm